Filmes infantis sobre consciência e conservação ambiental

Lorax

1 – O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida

É o melhor filme infantil para discutir destruição, conservação e restauro do meio ambiente, e ainda tem pitadas geniais de como a indústria se beneficia e distorce nosso senso do que é correto. O filme é baseado no livro do Dr. Seuss, que foi um cartonista e desenhista americano responsável por personagens como O Gato de Cartola, Grinch e Lorax.

 

2 – Nausicaä do Vale do Vento

Esse filme é uma das obras primas de Hayao Miyazaki, diretor e roteirista japonês responsável pelo Studio Ghibli, lugar onde nascem os filmes mais lindos do mundo. Dias de Fogo é um evento conhecido por ter destruído o ecossistema da Terra e a civilização humana. Os que restaram do grande evento de esforçam em conseguir sobreviver, já que o clima e as condições são áridas e a população teve que recorrer a tecnologia para se manter, isolados em pequenos impérios.

 

3 – WALL-E

A história se passa num futuro distante onde a Terra está destruída e soterrada em lixo. Tudo isso aconteceu por nosso cultura consumista, que engoliu, processou e vomitou até que o planeta estivesse sem recursos naturais e com tranqueiras empilhadas sobre tudo; e claro que isso aconteceu com a ajuda de uma megacorporação, a Buy-n-Large , que também foi a responsável pela retirada da população humana da Terra até ela se “restabelecer”. Nossa sociedade começou a viver em naves no espaço, sedentários, se alimentando de porcarias, até que se viram impossibilitados de caminhar.

Nós começamos a acompanhar a rotina de WALL-E, um robô coletor de lixo que vive na Terra, sozinho, sendo fofo. Até que um dia chega a EVA, outro robô, mas nesse caso ela foi enviada para buscar vida na Terra… e calha que WALL-E tem surpresas. E assim começa a aventura, com o robô fofo correndo atrás da super high tech.

 

4 – Minúsculos [Minuscule – La vallée des fourmis perdues]

Essa linda e bem escrita produção francesa não fala diretamente sobre o impacto humano no meio ambiente, mas conta a história de uma guerra entre formigas com riqueza bélica, tática e de humor quando uma cesta de piquenique é abandonada.

Um casal saí correndo quando a mulher entra em trabalho de parto e deixa toda a comida do piquenique no local, gerando a trama dessa animação que dura poucos minutos, não tem nenhum diálogo, mas deixa nosso coração cheio de ensinamentos de trabalho em equipe, generosidade e como decisões humanas podem impactar na vida de outros seres, mesmo sendo “apenas” formigas.

 

5 – O Mundo dos Pequeninos

Esse filme é do diretor Hiromasa Yonebayashi, que fez uma linda adaptação do livro “The Borrowers”, da escritora Mary Norton, que publicou a história dessas pequenas pessoas em 1952.

É um filme muito lindo, com uma histórica tocante e com uma narrativa que foge da fórmula americana. Deixa ainda mais a sensação de que os intrusos são os seres humanos, já que forçam todos os seres a se habituarem com seus gostos e sonhos, e nunca o contrário, aceitando a ordem natural da natureza.

 

6 – Era uma Vez na Floresta

Abgail, Edgar e Russel vivem felizes numa floresta, tal como um rato, uma toupeira e um ouriço devem viver. Eles são amigos e seguem sua rotina como sempre, até que um dia um homem chega na floresta espalhando gases tóxicos e adoece Michelle, amigas deles. Então começa a busca do três amigos, junto com o Tio Cornelius, de uma forma de salvar Michelle e a floresta. É um daqueles filmes antigos, de 93, que contam fábulas de uma forma simples e divertida.

 

7 – Princesa Mononoke

Somos apresentados ao Príncipe Ashitaka, que após matar o terrível deus-Javali se vê amaldiçoado pelo mesmo. Angustiado, ele foge da mesma aldeia que lutou tanto para defender e nesse longo caminho acaba por conhecer San, a Princesa Mononoke.

Numa aldeia está sendo travada uma luta e do lado dos deuses-animais está San, que foi adotada e criada por uma tribo de deuses-lobos. Seu ódio pelos seres humanos que estão destruindo a natureza é enorme e ela com o tempo foi se esquecendo do seu lado humano, até o seu encontro com Ashitaka.

E nisso a história se desenvolve, entre uma guerra entre a civilização que quer se estabelecer e a natureza, e seus protetores, que lutam incansavelmente contra a destruição.

fonte: catraquinha.catracalivre.com.br

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Proteção amigável

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Festa no jardim

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fonte: https://www.facebook.com/arvoresertecnologico

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10 livros infantis sobre sustentabilidade

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1. “Antes Depois”, Matthias Aregui e Anne-margot Ramstein (editora WMF Martins Fontes)

O livro traz uma ilustração sequencial em cada dupla de páginas, em que uma continua a outra. Em uma, um campo vazio, na outra, um jardim florescendo. Em uma, uma floresta frondosa, na outra, uma grande metrópole tomada de prédios. A partir dessa proposta simples, a história faz pensar sobre os ciclos naturais e a importância de atentar diariamente para o impacto das ações endógenas para a saúde do mundo natural.

2. “Chapeuzinho Vermelho e o Lobo-guará”, Angelo Machado e May Shuravel Berger (editora Ática)

Se estiver procurando um livro para falar sobre a preservação da natureza com muito senso de humor, esta é a dica. No livro, a tradicional fábula da Chapeuzinho Vermelho é recontada em um novo cenário e perspectiva. No lugar dos campos planos da Europa, onde a história nasceu, agora a Chapeuzinho passeia pelo Cerrado, em meio a frutas bem brasileiras, como as jabuticabas, que na história ocupam o lugar de frutos ameaçados por conta do desmatamento, como a gabiroba e o pequi.

3. Livro Mágico “Cléo e os encantados” (Faber-Castell)

Empatia, aceitação da diversidade, relação com o outro. O que tudo isso tem a ver com sustentabilidade? Nesta aventura, tudo! O Livro Mágico Cléo e os encantados conta uma história de amizade que nasceu em meio à natureza, e traz o encantamento pelo folclore brasileiro, um dos mais ricos do mundo.

4. “Viagem pelo Brasil em 52 histórias”, Silvana Salerno (editora Companhia das Letrinhas)

Imagine viajar pelo Brasil e conhecer sua diversidade ambiental, econômica, social e histórica durante um ano. Tudo isso só com a imaginação. Essa é a brincadeira deste livro. São 52 histórias que passeiam pela riqueza da diversidade brasileira, uma para cada semana do ano, viajando do Amapá ao Rio Grande do Sul.

5. “Árvores do Brasil: cada poema no seu galho”, Lalau (editora Peirópolis)

Quando as árvores ‘respiram’, nos dão oxigênio. Quando elas crescem, nos dão sombra. Quando frutificam, nos dão comida. Com todos esses presentes que as amigas frondosas nos dão, nada mais justo do que prestar uma homenagem a elas, não é mesmo? Esse é o intuito do livro “Árvores do Brasil: cada poema no seu galho”.

O livro ganhou o selo de Altamente Recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) na Categoria Informativo – 2012, e selecionado para o tradicional Catálogo da Feira do Livro Infantil de Bolonha no mesmo ano.

6. “Um passeio pela floresta amazônica”, Laurie Krebs e Annie Wilson (editora SM)

Quem disse que uma floresta enorme e misteriosa não é lugar para criança? Neste livro, três pequenos muito curiosos percorrem a maior floresta tropical do planeta. Durante o percurso, o tema da preservação do meio ambiente aparece de forma sutil e delicada, afinal, algumas espécies com as quais as crianças esbarram estão claramente ameaçadas de desaparecer.

7. “Procura-se! Galeria de animais ameaçados de extinção”, Autores diversos (editora Companhia das Letrinhas)

Você já ouviu falar da tartaruga-de-pente, do gato-maracujá e da preguiça-de-coleira? Se não, provavelmente é porque já não quase nenhum exemplar dessas espécies na natureza. Seus nomes podem até ser engraçados, mas sua história, nem tanto.

Em “Procura-se”, os pequenos são convidados a conhecer de perto cada um destes e muitos outros animais, e entender o porquê de estarem ameaçados de extinção, além do que está sendo feito para evitar que isso aconteça.

8. “Um dia, um rio”, André Neves e Leo Cunha (editora Pulo do Gato)

Inspirado no crime ambiental que ocorreu em Mariana em 2015, o livro “Um dia, um rio” transforma em literatura a catástrofe que transformou o Rio Doce em lama. No lugar de considerar este um tema difícil de abordar, o autor André Neves propõe um olhar esperançoso para o futuro do rio, remetendo novamente à ideia de que na natureza tudo é começo e recomeço, e que até nas maiores catástrofes há possibilidade regeneração.

9. “Pindorama, terra das palmeiras”, Marilda Castanha (editora Cosac Naify)

Não dá para falar sobre sustentabilidade sem mergulhar na cultura indígena e na sabedoria ancestral dos povos indígenas, que foram os primeiros guardiões da natureza. Neste livro, a premiada autora mineira Marilda Castanha faz uma verdadeira volta ao passado, desde antes do descobrimento do Brasil.

10. “Cuidar bem do ambiente: brinquedos e brincadeiras com a natureza”, Adelsin (editora Peirópolis)

E se a própria natureza fosse o brinquedo? Essa é a proposta deste livro. Em um compilado lúdico e inventivo, estão reunidas aqui uma série de brincadeiras relacionadas à descoberta e à exploração do mundo natural.

A proposta é renovar o olhar sobre os elementos mais cotidianos que nos cercam, como as folhas, as pedras, a terra e a água. Com isso, o autor propõe às crianças o valor do contato com a natureza e como ele contribui para o desenvolvimento da empatia e do respeito.

fonte:https://catraquinha.catracalivre.com.br

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Menos sal, mais sabor

ervas

Listamos abaixo algumas ervas que podem ser utilizadas no dia a dia para temperar sua comida de modo saudável e delicioso:

Alecrim: com folhas pontudas e finas, tem sabor muito forte, devendo ser usado com cuidado, pois em excesso, pode dominar completamente o sabor do prato. Além das folhas, você pode adicionar o ramo também às suas receitas. É ótimo para carne vermelha, carne de frango, carne suína, e em legumes assados, especialmente batatas.

Louro: já tradicional no feijãozinho de cada dia, é a folha de uma árvore, sendo muito, muito versátil. Você pode usá-lo em quase tudo: caldos, legumes, assados, refogados de carnes, molhos de tomate…e pode ser cozinhado por longos períodos de tempo sem perder as suas propriedades, ao contrário de boa parte das outras ervas.

Coentro: assim como o alecrim, tem um sabor muito forte, devendo ser usado com cuidado. É ótimo para peixes, frutos do mar e saladas, pois traz frescor à comida.

Hortelã e Menta: essas são parecidas, mas a hortelã é um pouco mais forte e ardida, sendo ótima para carne de cordeiro e enfeitar sobremesas e bebidas de verão.

Manjerona e Óregano: frescas, essas ervas também são muito parecidas, sendo bem utilizados em carnes, molhos de tomate e claro, em qualquer coisa que você faça com queijo derretido!

Salsinha: com sabor suave e fresco e folhas chatas e com pontinhas, a salsinha combina com tudo, mas só deve ser adicionada ao prato na sua finalização.

Tomilho: de galhos finos e delicados, o tomilho combina com carnes de sabor forte. E uma dica: pode ser usado em doces!

Sálvia: com forte sabor, ela é ótima para carne suína e massas, mas não pense em utilizá-la em nada doce.

Manjericão: muita gente confunde manjericão com manjerona, mas são ervas diferentes! Característica da comida italiana, é uma ótima combinação para molhos de tomate e legumes como abobrinha, berinjela, abóbora e batata.

Cebolinha verde: o talo é perfeito para decorar qualquer prato, trazendo frescor para omeletes, batatas e arroz.

Todas essas ervas podem ser plantadas facilmente, não dão trabalho e não ocupam muito espaço. Além disso, você também pode utilizá-las secas.

É interessante experimentar com todas essas ervas para testar combinações, mas pelo menos duas que já são bem famosas:

  • O cheiro-verde que nada mais é que a combinação de salsinha e cebolinha verde.
  • O Bouquet Garni, um amarrado de ervas que é colocado na panela e retirado no fim antes de servir a comida. Tradicionalmente é feito com tomilho, louro e salsinha, mas não é incomum vermos o acréscimo de sálvia, salsão ou alecrim – este último, por seu sabor mais forte e característico, deve ter uma quantidade bem reduzida.

fonte:http://portal.minervafoods.com

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17 de julho – Dia da Proteção das Florestas

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As florestas contribuem para a melhoria da qualidade do ar, da água, do solo e dos seres vivos. As árvores liberam oxigênio e contribuem para a diminuição dos gases de efeito estufa. O vapor de água liberado para a atmosfera ajuda a regular o clima. A floresta também ajuda a proteger o solo. As raízes das árvores prendem o solo e previnem a erosão, melhorando o arejamento e a capacidade de retenção de água no solo. As árvores e os arbustos das florestas são também o suporte da biodiversidade. É fundamental que cada cidadão entenda a importância da floresta para sua própria sobrevivência.

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